sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Qual a sua luta? 11th September - 09/11/2001 (11'09''01)



Não devemos ser apaixonados por um partido ou opinião, e fecharmos os olhos para os problemas da própria opinião...
Mas também, não há como ignorarmos a realidade que faz questão de se apresentar sem escrúpulos diante da nossa face.

Qual a sua luta?

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Tudo o que decido ser.



Como todas as pessoas, acredito eu, busco constantemente entender a minha pessoa, a minha essência. O ser humano é um ser egocêntrico e intimista, e hoje penso que isso é inevitável, porque aquele com quem ele dialoga 24 horas por dia, inclusive em sonhos é com ele mesmo. Torna-se então inevitável a busca pelo auto-conhecimento.
Constantemente a visão sobre mim mesma muda, pois ela como qualquer visão, opinião, idéia ou conceito que uma pessoa possa ter, está totalmente baseada nas situações da vida, nas experiências; e estas mudam constantemente.
Eu tenho 23 anos, e não tenho nenhum problema em admitir que com certeza a idéia que tenho sobre mim hoje vai mudar, assim como não tenho nenhum problema em olhar para trás e ver como já mudei; algumas boas mudanças, inúmeras ruins.
Após uma aula sobre Machado de Assis, e sobre a forma como ele escreve sem solucionar nada, apenas apresentando e esfregando na cara a realidade, foi inevitável pensar que eu sou a realidade. A realidade que pode ser determinista quando está mais propensa a isso, que pode ser circunstancial quando for conveniente, que pode ser apática, que pode ser parcial... Comecei a entrar em uma confusão de pensamentos e só consegui ficar um pouco mais tranqüila quando os sintetizei nas palavras abaixo; as quais eu nem sei por que compartilho. Primeiro porque isso não diz respeito a ninguém, segundo que ninguém é obrigado a se interessar por isso, mas como concluí que não sou absolutamente nada no sentido literal de absoluto, não sou nenhum conceito definitivo, concluí que também não tem por que não compartilhar. Eu apenas escrevi, não sou poeta, não sou escritora, não sou nada. Não quis fazer um poema, não quis fazer nada, quis apenas organizar as idéias de forma sintética, e elas me pareceram claras organizadas por frases curtas seguidas uma da outra...
Segue:

Tudo aquilo que decido ser.
Tudo que decido ser? Ou tudo que me convém ser? A linha que delimita essas duas máximas é tênue.
Eu sou a estudante que me convém ser, como posso ser a estudante que não se importa com nada.
Eu sou a trabalhadora que preciso ser, como posso jogar tudo para o alto.
Eu sou aquela que acredita na utopia do amor, como também posso ser a mulher independente que não precisa disso.
Eu sou a amiga que ama e cuida, como posso ser a amiga que esquece completamente.
Eu sou a filha grata, como sou a filha que aponta todos os defeitos.
Eu sou aquela que acredita em Deus, como sou aquela que não acredita nEle.
Eu sou a indefinição na sua mais pura essência. A contradição personificada.
Procuro entender o que me define nas situações.
Interesse? Necessidade? Amor? Prazer? Empatia? Vantagem? Sinceridade? Idealismo?
Para cada máxima escolhida um preço é pago...
Eu sou aquilo que me proponho a pagar em cada situação.
O que define o que eu quero em cada situação?
Isso depende inclusive da minha TPM; ou seja, é efêmero, passa, muda, e pode ou não acontecer...
Não é absoluto.
Concluo que não sei o que sou, mas ainda assim, sou aquilo que decido ser.

sábado, 19 de junho de 2010

Homenagem ao meu namorado...


Escrito por Amanda San, amiga de guerra na aprendizagem do japonês...
Acredite, sua composição resume também os meus sentimentos!

Todos os dias acordo pensando em você.

Manhã.

Tarde.

Noite.

Na semana fico carrgendo "pedaços" de você para todos os lugares... Em papel menor, maior, sem uma diagramação decente.

Os meus estudos deveriam se chamar "estudos de você" - pois é só você que eu teorizo, em quem eu perco horas pensando, quebrando a cabeça de mil formas para te desvendar.

Nos fins de semana, é só com você que eu fico. Nós, juntinhos, entramos em um diálogo só nosso: um querendo descobrir mais o outro, um querendo avançar mais no outro...

E quando a gente briga! Ah, Deus!

Não.

Odeio brigar com você, porque minha cabeça dói e sinto minha pressão cair. Posso brigar com qualquer um, menos você. Sabe por quê?

Porque você faz parte das coisas que eu mais gosto; e porque você é a coisa que eu mais quero dominar no mundo!

Te dominar, te possuir, te usufruir...

Porque eu escolhi você, pombas!

E apesar de me fazer sofrer, eu quero te apre(e)nder... Doce língua japonesa!


Ô idioma dos infernos!

Por Amanda Mangaká
Fonte: http://mundinhoexilado.blogspot.com/2010/06/todos-os-dias-acordo-pensando-em-voce.html

Amiga inteligente é outra coisa rsrs.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Passado


Bom... Como sempre eu fico muito tempo sem postar porque a vida do ser humano que acorda cedão pra trabalhar por um período de oito horas e depois pega o ônibus lotado para ir e voltar da faculdade, e que chega todo dia dez pra meia-noite em casa, simplesmente não é provida de tempo para articular as idéias e postar sempre no blog; o que é uma pena, porque muitas vezes existem idéias a serem compartilhadas, mas que muitas vezes morrem no plano das idéias mesmo, porque nos fins de semana esse ser humano doido ainda se propôs a fazer um curso de japonês de língua falada e geralmente precisa usar o resto do tempo para ler os milhões de textos da faculdade, ver os amigos, dormir decentemente, fazer tarefas ou simplesmente vegetar e não fazer nada. Namorar? Quem sabe um dia em que esse ser humano for mordido pelo homem dos sonhos, Edward Cullen, e ao se tornar um vampiro não ter mais necessidade de dormir.
Mas esse turbilhão que é a vida, sempre me faz aprender. No fim eu sempre chego a conclusões inesperadas em meio à contemplação da loucura. Então, nada mais justo comigo mesma do que articular toda essa aprendizagem da maneira em que melhor consigo me expressar: a escrita.
Nesse semestre:
APRENDI: Que a sociedade humana seja no oriente ou no ocidente é simplesmente humana, se tiver que ser tirana ela será; se tiver que segregar, segregará. Aprendi que no período Heian no Japão que durou de 794 a 1185, o Japão fechou-se e não mandou mais expedições à China porque estava em busca de uma identidade. Buscou desenvolver sua literatura e o fez.
Aprendi que a mulher desde aquela época e não só nas minhas raízes ocidentais sempre teve que se encaixar àquilo que era esperado de sua figura, incrivelmente elas não precisavam naquela sociedade serem queimadas do sol porque isso remetia ao trabalho, e era feio trabalhar. Elas usavam mais de quinhentas (exagero) camadas de quimonos que precisavam ter uma combinação de cores, pois o requinte era também um símbolo social.
Aprendi que isso se perpetua, pois hoje a mulher precisa ser magrinha, legal, descolada, inteligente e de preferência adorar futebol. Se ela cozinhar bem, hummm perfeita!!! E aprendi que to ferrada, porque eu sou chata, odeio cozinhar, não sou a Gisele, só gosto de futebol na copa e mais que isso, aprendi que o conhecimento é algo que não está ligado à inteligência, pois o conhecimento é algo específico e que não segue, e nem deve seguir um parâmetro; imagina se todos fossem físicos nuclear? Talvez a raça humana nem existisse mais!!! Inteligência é mais que isso! Inteligência é vida, é experiência, é jogo de cintura, é saber ser alguém na sociedade e que faz a diferença pela essência, e não porque leu a estética do Hegel ou porque sabe exatamente onde e quando colocar a maldita crase, ou quando usar “porque” junto ou “por que” separado! Meu Deus! Se alguém se considera superior por ter um conhecimento tão específico eu só constato o quão pequeno o ser humano pode ser! Porque a vida tem tantas possibilidades! O mundo é tão vasto!
Mas ENTENDI: Que o ser humano precisa desses subterfúgios para se firmar faz bem ter algo a dizer ainda que pífio, pois senão o que restaria??
PERCEBI: Que adoro o conhecimento específico que busco, mas se quiser ser inteligente, se quiser ser alguém útil, preciso ser mais que a reprodução daquilo que leio nos textos escritos em papéis mortos.
CONSTATEI: Que estou cercada de seres humanos, e que se tivessem me pedido permissão eu jamais teria escolhido vir a esse mundo. Constatei também que amo a língua falada e adoro a ouvir o ser humano falar “broco” e “nóis vai”.
ENTENDI também que não adianta querer abraçar o mundo, eu sou uma só e não vou conseguir dar conta de tudo, por isso semestre que vem farei menos matérias, e terei mais tempo para a vida, pois o meu conhecimento específico é a minha essência, mas é só parte dela, o que posso aprender com a vida, com as pessoas, com o cotidiano, completa a outra parte.
SONHEI que um dia não vou mais precisar correr o tempo todo, e não vou mais ter como verdadeira a frase ouvida por um amigo: “Existência da inexistência de tempo”. Um dia eu vou morar no interior e ver a vida passar lentamente, verei o sol nascer e se possível incluirei um pouco de calma aos meus dias.
IMAGINEI que seria muito bom ter nascido um pouco antes e ter tido a oportunidade de ir ao show do Michael!!!!!! Ah como seria!
OBSERVEI que o ser humano é doidinho e não sabe o que quer, e que é a pior espécie para se colocar expectativas. Melhor colocar expectativa sobre uma tartaruga, ela com certeza vai suprir bem mais o que se espera delas, e isso aconteceria porque simplesmente não se espera nada delas!! Espero aprender a esperar o mínimo do ser humano também.
COMPREENDI que a maioria dos problemas que vejo nas outras pessoas na realidade são questões que não resolvi em mim mesma, então contrariando a minha forte personalidade CONSIDEREI que vale a pena ficar quieta e não me expor, porque acredite o ser humano vai usar aquilo que você expôs contra você. Mas também...
CONCLUÍ que não estou em uma guerra, e pouco me importa o que alguém pode imaginar usar contra mim.
Há um tempinho atrás ULTRAPASSEI o limite da loucura por um encantamento... Amor platônico! Mas essa história termina por aqui... hehehe. Porque apesar de tudo não é bom mostrar todo o seu lado maluco rsrs. E não, não vou dizer nada caso você me pergunte.
E dormi, e não cumpri prazos, e ainda tem um monte de prazo a ser cumprido, e comi um monte de chocolate, e tomei coca-cola todo o santo dia da minha vida, e comi MC, e comecei a usar óculos, e fiquei com preguiça de arrumar a casa sempre!
CONSTATEI também que votar no Serra seria uma afronta contra mim mesma, contra os meus ideiais! E se vc votaria nele, não, eu não quero saber o por quê.
e TERMINEI esse post porque já é uma hora da manhã, e amanhã é um novo dia, em que aprenderei mais.
PS: O ser humano é aquilo que ele experimenta, então se vc discorda de algo é simplesmente porque vc não experimentou as mesmas coisas que eu, e vice-versa.. :)
Bjuss

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Post recomendado…

Galera primeiro post em que eu terei que publicar o post de outrem. Isso porque eu considero essa linha de pensamento essencial para se conseguir uma opinião madura sobre as eleições desse ano. Pode não ser verdade absoluta mas nos ajuda a pensar. O blog do palpiteiro, meu ex professor de geografia do cursinho é um blog que sigo religiosamente, eu sempre encontro opiniões que obviamente seguem uma determinada preferência, mas que apesar disso não se mostra cega e nem apaixonada. Enfim serve demais para o amadurecimento das minhas idéias. O post diz respeito às eleições desse ano; acredite a leitura desse post só tende a acrescentar, então déleitem-se.
o blog do palpiteiro é <a href="http://www.opalpiteiro.blogspot.com/">http://www.opalpiteiro.blogspot.com/</a> deleite-se com os outros posts.

Abaixo segue o post do palpiteiro a que me refiro:

 

Saturday, March 20, 2010

É a região, estúpido!

Diariamente "analistas" de diferentes prestígios e pistolões palpitam na imprensa sobre a eleição presidencial de 2010. E se palpiteiros profissionais podem ser ouvidos, por que não um amador?

O noticiário tem passado a alguma distância da questão regional nessas eleições.

Pode-se falar tudo sobre índices de rejeição, porcentagens de intenções de votos e simulações de segundo turno. O que não se deve nunca negar é o fato de que há sim nesse país certos posicionamentos que derivam dos interesses regionais. O que em nada diminui suas motivações.

Nordestinos são mais politizados do que a mídia paulista e carioca gosta de pregar. Para os iluminados do sudeste, o nordestino é por definição um esfomeado que troca qualquer coisa, inclusive um voto, por uma cesta-básica, e hoje, um bolsa-família.

O que muita gente se esquece no sudeste é que nordestinos vivem a política há muito mais tempo que o resto do país. Muita gente se esquece que Salvador foi a primeira capital do país por alguns séculos. E que são Paulo não representava nada na economia e na política nacional até o século XIX.

O palpiteiro já conversou com baianos e pernambucanos sobre política. Em muitos casos saiu envergonhado ao constatar o quanto os nordestinos conhecem sobre a história de seus estados e o quanto os paulistas ignoram do seu. Faça uma teste: pergunte a qualquer paulistano o que foi que aconteceu em 1932. Se ouvir as bobagens de que "São Paulo queria se separar do Brasil" não estranhe, é a crença quase religiosa e ingênua que predomina por aqui.

Gaúchos são orgulhosos de sua história e muitas vezes guardam o rancor de serem mal reconhecidos por terem conservado fronteiras nacionais contra os "castelhanos", entenda-se argentinos. Gaúchos são bons na política: Vargas, Goulart e Geisel foram apenas alguns dos nomes que se destacaram por lá. Para não falar de Leonel Brizola.

Há na mídia do eixo Rio-São Paulo a pregação de que as eleições de 2010 serão um tipo de confronto entre o nordeste atrasado e o centro-sul moderno. O voto dos pobres, famintos e ignorantes contra o voto dos mais ricos, sarados e intelectuais. Nada mais estúpido.

Lula escolheu Dilma para sucessora quando a mídia brasileira martelava que ele queria um terceiro mandato. Enquanto tucanos e demos se preocuparam em mandar e-mails infantis com teorias conspiratórias, Lula articulava o nome de Dilma em diferentes Estados. Dilma é mineira, com carreira política no Rio Grande do Sul e bom relacionamento com empresários paulistas e cariocas. Lula certamente levou isso em conta.

Contra Dilma surge Serra. Aquele político que quando era senador pregava a discussão sobre a proporcionalidade parlamentar. Ou seja, Serra foi o corajoso que nas décadas de 1980 e 1990 dizia que São Paulo tinha que ter mais deputados e o nordeste e o norte menos. Esse mesmo Serra pede votos para gente do nordeste e do norte. Quando as pesquisas indicam o contrário os palpiteiros de plantão preferem chamar o eleitor de ignorante, não de coerente.

Hoje há um desafio em discussão no Brasil que são os royalties do petróleo. Para quem não sabe, desde 3 de outubro de 1953 todo o petróleo existente em subsolo nacional pertence à União, ou seja, à federação dos 26 Estados e 1 distrito federal. Se qualquer empresa, nacional ou estrangeira, retirar um barril de petróleo, haverá de prestar contas com o dono dele, a saber, a União.

Desde 1997, no governo FHC, essa grana é distribuída da seguinte forma: 51% para o estado e municípios produtores. 49% são divididos entre a Marinha (15%), Ministério da Ciência e Tecnologia (25%), 7,5% para um fundo a ser dividido pelos demais estados e municípios do país.

Cada percentual desse tinha uma justivifativa. Os Estados produtores tem custos econômicos e ambientais para abrigarem as atividades petrolíferas. À marinha cabe a fiscalização e ação em casos de acidentes, o que justifica uma grana a mais para embarcações e pessoal. Uma vez que o petróleo é uma fonte esgotável, nada mais sensato do que parte de seus ganhos financiem fontes de energia alternativas, necessárias para a sua substituição.

Enquanto o Brasil sabia que seu petróleo estava concentrado em Campos, RJ, não havia grandes discussões.

Mas hoje sabemos que há uma quantidade enorme de petróleo numa área que se estende desde o ES até SC. Nessa área, em camadas mais profundas há grandes jazidas, no chamado Pré-sal.

Petróleo novo, recursos maiores, discussão nova.

Com tanto dinheiro para jorrar, surgiu uma pergunta: por que ES. RJ, SP, PR e SC deveriam concentrar riquezas e ganhos de um recurso que é da União? Se a Petrobrás é mantida com recursos da União, nada mais justo do que dividir seus ganhos entre os Estados da Federação. Idéia simples, faltando apenas combinar com os estados que perderiam esses recursos.

Uma discussão serena seguiria um caminho lógico: o que estados produtores como RJ e ES recebem hoje não mudaria. E o futuro é que se discutisse. A divisão seria feita pelos ganhos futuros, a não pelos atuais.

A solução parece ser mesmo essa. Partilha de ganhos futuros e respeito a ganhos do presente. Sérgio Cabral e Eduardo Paes, governador e prefeito do RJ aproveitaram a onda. Estão fazendo um estaradalhaço, dando a entender que "estão querendo assaltar o RJ". Insuflam a população fluminense a se sentirem vítimas e omitem que a discussão ainda vai para o Senado, onde a proposta de partyilha poderá ser alterada. Cabral e Paes são espertos e jogam o jogo certo: acenam para a galera como defensores regionais em um ano de eleição. Cabral quer se reeleger em 2010 e Paes em 2012.

E Serra? O que tem dito Serra? Diz que defende a partilha para os demais estados mas que o RJ deve ser respeitado no seu direito atual. Ou seja, não é contra e nem a favor, muito pelo contrário. Serra sabe que deve se aliar a Cabral, pois SP também perderia com a atual proposta em discussão, pois se tornaria um futuro grande produtor. Como governador de SP, Serra deveria bradar como Cabral. O problema é depois pedir voto para mineiros, gaúchos e baianos, que perderiam os recursos futuros do pré-sal.

Lula armou uma arapuca para Serra. Se for a favor da atual lei queima o filme com cariocas e capixabas. Se for contra, perde pontos com o resto do país.

Essas eleições terão o componente regional como algo decisivo. A pretensa idéia de que "nordeste versus centro-sul" será o tom é falsa. Há um mito de que os gaúchos votarão em Serra em peso. Isso tendo uma política com carreira no RS como Dilma e uma mala-sem-alça atolada em escândalos de corrupção como Yeda Crusius. A tese de que o Sudeste é Serra também emtre em colapso quando cariocas sabem o quanto a indústria naval cresceu nos últimos anos no estado e o quanto a Petrobrás representa no PIB do RJ. E tendo Serra como o cara do PSDB, aquele partido que defendia a privatização da Petrobrás no governo FHC.

Como se vê, esses e outros componentes serão muito importantes para cada um definir seu voto. Quem queiser que acredite no peso eleitoral de Marina Silva. Candidata com discurso interessante e atraente. Mas com base eleitoral no Acre...

Não faria mal aos palpiteiros de plantão olharem um pouco o mapa do Brasil e os dados do IBGE sobre população. Um pouqiunho de geografia num palpite não lhes faria mal.

 

Fonte: http://opalpiteiro.blogspot.com/2010/03/e-regiao-estupido.html#links